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- CHRISTO
Contemporary Art < Back CHRISTO Bulgaria, 1935 - NY, 2020 Wrapped The Art Newspaper, 2015 Signed and numbered in inferior right corner. Model #14 out of 15 work variants done by Christo and published by Galeria Carolina Nitsch Contemporary Art for Whitney Museum of American Art: Masters in the Collection Sculpture Edition. Art Newspaper, photo-collage, 4mm cord and plastic sheet H 19,4 x W 28,6 x D 32,5 cm
- LOBED VASE
Archeological < Back LOBED VASE Lobed vase from the Colima culture, Mexico circa 2 BC - 2 AD Glossy monochrome terracotta H 8 x W 14,5 x D 14,5 cm
- WOOD LOG SCULPTURE
Naturalia < Back WOOD LOG SCULPTURE Wood log sculptured by termites Africa, circa 1950 H 215 x D 14 cm
- JOÃO PAULO FELICIANO, 1986
Miscellaneous < Back JOÃO PAULO FELICIANO, 1986 JOÃO PAULO FELICIANO (Portugal, 1963) Cross Over 1986 Mixed media on canvas H 145 cm x W 116 cm Note: signed and dated 86 on the back.
- Makonde Body Mask
Tribal Art < Back Makonde Body Mask Nidmu (Body Mask) Makonde people, Mozambique/Tanzania Circa 1960/70 Carved wood, reddish patina from application of natural pigment. Black wax relief simulating scarifications. H 56 x W 31 cm
- NO MEIO DA PEDRA TINHA UM CAMINHO
Exhibitions Archive < Back NO MEIO DA PEDRA TINHA UM CAMINHO Pollyanna Freire OPENING 17 de mai. de 2023 CLOSING 9 de jun. de 2023 O conjunto das “experimentações” que agora se apresentam pelo traço da Pollyanna Freire, são ensaios com uma escala que nos permitem interpretar a verdadeira natureza do seu pensamento. A escala reduzida, alicerça o seu processo gráfico, assumindo-se como um meio de mediação entre a dimensão da folha de papel e a escala urbana, que um dia a sua obra configurará com certeza. Aparentemente, o desenho é fundamental na estruturação do caminho entre pensamento e a existência das peças, contudo, acreditamos que os exercícios de construção em escala reduzida permitem-lhe incorporar o objecto e estabelecer um diálogo entre peças, mas acima de tudo, incutir-lhes referenciação espacial mesmo quando isoladas. A concepção é metódica e estruturada, e nessa medida as peças que servem de consolidação do processo, por incorporarem a objectividade e definição conceptual de Pollyanna, permitem, a outra escala, identificar universos paralelos com a mesma substância. À imagem da circunstância dos habitantes da Ilha de Liliput. Se a nossa relação com a dimensão “menor” das peças não produz menos efectividade na expressão das mesmas, pelo contrário, revela um robusto eclectismo na constituição de novos universos (mesmo que a uma escala doméstica). A expressão da sua obra, traduz-se no desenho de uma bidimensionalidade ficcionada sobre o infinito, permitindo-nos a nós, caminhar na vertigem sobre o limite do que será o “outro lado do espelho”. Uma fronteira invisível entre a realidade e o vazio, onde o desenho é quem traça a iminência. Tal como João Pinharanda afirma, as suas peças “são apreendidas visualmente como se estivéssemos a vê-las serem desenhadas no espaço”, sendo o movimento do observador o rastilho na sua interpretação. A imobilidade é ficcionada entre arestas, planos e sombras, concretizando perenes vazios nos seus núcleos, contudo o movimento de interpretação pelo espectador torna-se motor na activação do objecto perante a sua depurada envolvência. Neste duplo movimento em torno e através dos vazios, construímos a cartografia da “dança” entre peças, harmonizando com o nosso movimento a polifonia entre delicadas estruturas cromaticamente distintas. O domínio cromático entre peças, a reinterpretação do espaço através do movimento cru do traço e a flexibilidade das peças na transição entre escalas consubstanciam a expressão de um movimento elíptico na construção de novas formas sobre o vazio. A subtileza deste confronto é profundamente reveladora da singularidade da obra de Pollyanna. Previous Next
- FEIRA DE OUTONO 2023
Exhibitions Archive < Back FEIRA DE OUTONO 2023 Sociedade Nacional de Belas Artes, Lisboa OPENING 15 de nov. de 2023 CLOSING 19 de nov. de 2023 Previous Next
- MIGUEL ÂNGELO ROCHA
Contemporary Art < Back MIGUEL ÂNGELO ROCHA Lisbon, 1964 Born in Lisbon in 1964, lives and works in New York and Lisbon. Graduated in Painting from the Faculty of Fine Arts of the University of Lisbon (1992). Between 1994 and 1996 he completed his Master of Fine Arts at the School of Visual Arts in New York. In 2002, joined as an assistant at the Faculty of Fine Arts in Lisbon. Exhibits regularly since 1991. He has held several solo and group exhibitions at the Chiado Museum in Lisbon; at the Laure Genillard Gallery in London; at the Frieda and Roy Furman Gallery, Walter Reade Theater at Lincoln Center in New York; in the Círculo de Artes Plásticas in Coimbra; in the Módulo - Centro Diffusor de Arte, in Lisbon; in Hospital Júlio de Matos, in Lisbon; in the Miguel Nabinho Gallery, in Lisbon, among others. His works are represented in many collections such as Serralves Foundation, Chiado Museum, Carmona and Costa Foundation, Modern Art Center of the Calouste Gulbenkian Foundation. Untitled, 2016 Wood, acrylic paint and rope 170 x 77 x 23 cm Green on red, 2008 Wood, wicker, acrylic paint and gouache 31x18x35 cm
- Old Masters
Old Masters < FINE ARTS OLD MASTERS ATELIER BARTOLOMEU SCHEDONI Modena, 1578 – Parma, 1615 DOMINGOS DE SEQUEIRA Lisboa, 1768 – Rome, 1837
- POETRY AS ART AS POETRY
Exhibitions Archive < Back POETRY AS ART AS POETRY Pedro Proença OPENING 30 de jan. de 2019 CLOSING 26 de fev. de 2019 Em 1936, Picasso, numa crise sentimental, decide abandonar a pintura e consagrar-se freneticamente à poesia. O acolhimento dessa poesia esteve longe de ser entusiasta (ainda que hoje esteja na moda entre persistentes vanguardistas). No sentido inverso, o poeta Marcel Broodthaers decidiu tornar-se artista. O êxito não se fez esperar. É a partir da inversão desta declaração-obra de Broodthaers que John Rindpest (Pedro Proença), tradutor da poesia de Picasso e autor de um romance (Minotauro no Parnaso), decide conceber em livros on-line falsas instalações que parodiam imagens e processos da Arte Conceptual: I, too, wandered whether I could do something honest to become poor in life. For some time I had been sucesseful at anything. I am fifty five years old now… Finally the idea of inventing something insincerely sincere crossed my mind and I set to work straightaway. At the end of one year I showed what I had written to a friend publisher. "But it is poetry" he said "and I'll try to publish part of it." "Agreed" I replied. "If I sell some books, I take 10%. It seems these are the usual conditions". What is poetry? In fact it is pretencious words spared in books hard to sell. And it's practically impossible to live of it. O insinceramente sincero é um topos pessoano ("Artigos políticos insinceramente sinceros", in Ode Triunfal). Em Rindpest, a vontade de uma vida e prática poética coincidir com o fazer obras de arte é o oposto do diagnóstico do actual estado das artes feito por Peter Sloterdijk : The future of the art system is thus easy to predict: it lies in its fusion with the system of the largest fortunes. No seu primeiro livro, Abuctions, Rindpest mostra uma instalação à maneira de Wienner que é sintomática do que acabamos de afirmar. Em cima tem escrito, em grande, a bold; SENTENCE ON A WALL TO BE SOLD AS ART e em baixo, em pequeno e thin; SENTENCE ON A WALL TO BE FELT AS POETRY. No seu segundo livro, Rindpest reivindica a herança duchampiana como distância não só do óptico como do objectual: I think that in the case of Duchamp, the appropriation factor is overestimated in comparison with the poetic factor, of which it is inseparable. From my point of view the act of appropriation (and of pseudo-provocation) is subsidiary to the poetic act (which is essentially an experience of language). Hence the insistence on non-optical aspects. Este livro está repleto de instalações, livros, textos, objectos, entradas do dicionário etimológico de Grego Antigo (o famoso Chantrainne). Uma das instalações, cheia de linhas de reticências, tem escrito por baixo, ALL POINTS ARE NON-RETURN POINTS, numa resposta ao aforismo de Kafka: A partir de um certo ponto, não há retorno. Esse é o ponto que tens de agarrar. Assim, a passagem de parte deste livro a exposição (que é o que vem aqui exposto) é um inevitável ponto de não-retorno que reconfigura não só a obra de Rindpest como a sua diversa obra. A falsificação, a paródia e o pastiche geram heteronímias (que por sua vez remixam textos e coisas e remixando-nos) e fazem nas nossas vidas, por sua vez, efeito delas. A passagem do falso, do pseudos grego, à ficção, e, seguidamente, ao real, é efectiva. Este programa começou a ser já enunciado por nós há mais de 30 anos, mas é aqui que ele se torna radical e esfuziante. Previous Next








