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195 resultados encontrados com uma busca vazia

  • CHAIR, 1960s

    Miscellaneous < Back CHAIR, 1960s Chair Netherlands, 1960s Oak wood H 83 cm x W 71 cm x D 51 cm

  • EDUARDO CHILLIDA

    Modern Art < Back EDUARDO CHILLIDA Zurich I 1978 Litograph on strong paper 73 x 44,5 cm

  • GLOBULAR VASE

    Archeological < Back GLOBULAR VASE Globular vase from the Guanacaste culture, Costa Rica Circa 8 AD - 14 AD Polychromed terracotta H 17,5 x D 16,5 cm Observations : polychromed zoomorphic model with geometric motifs

  • CÉSAR BALDACCINI

    Modern Art < Back CÉSAR BALDACCINI After his studies at the Marseille academy from 1935 to 1939 and at the Paris academy from 1943 to 1947, César met Picasso and Germaine Richier in Paris, and lived in the same house as Alberto Giacometti, all of whom influenced his early artwork greatly. During this time César produced his first sculptures made from iron and gypsum. From 1956 César soldered pieces of scrap together to form figurative and semi-abstract sculptures. Under the influence of Nouveau Réalisme, he produced the famous "Compressions dirigées" from 1960, for which César compressed car chassis and metal objects in a metal press. Pop-Art also left its marks on the oeuvre of the French sculptor and object artist, namely in his colored plastic objects formed as ironic object fetishes. Bidon compressé, ca.1970 Compression Signed Certified Durand-Ruell 31,0cm (W) x 31,0cm (H) x 6,5cm (D) Bidon compressé, ca.1970 Compression Signed Certified Durand-Ruell 31,0cm (W) x 31,0cm (H) x 6,5cm (D) Bidon compressé, ca.1970 Compression Signed Certified Durand-Ruell 31,0cm (W) x 31,0cm (H) x 6,5cm (D) Bidon compressé, ca.1970 Compression Signed Certified Durand-Ruell 31,0cm (W) x 31,0cm (H) x 6,5cm (D)

  • Hyena Mask

    Tribal Art < Back Hyena Mask Mask depicting a hyena Bambara people, Mali First half of the 20th Century Wood H 64,0 x W 20,5 cm

  • ANTÓNIO SENA

    Modern Art < Back ANTÓNIO SENA Untitled 1988 Mixed Media on Canvas 81,5 x 65 cm

  • NICOLETTA GATTI, 2024

    Miscellaneous < Back NICOLETTA GATTI, 2024 NICOLETTA GATTI (Italy, 1959) Piccola Differenza Rossa 2024 Oil on canvas H 50 cm x W 50 cm

  • ROMAN AMPHORA, 1st-2nd c. BC

    Miscellaneous < Back ROMAN AMPHORA, 1st-2nd c. BC Roman Amphora Type: Dressel 1A, produced for the transportation of wine, with a wide distribution in the Mediterranean and the northwestern provinces Area of Marseille, 1st - 2nd century BC Terracotta, important marine concretions H 120 cm

  • Macana

    Tribal Art < Back Macana Macana Arara people of Rio Branco, Brazil Late 19th century Red wood (pau-ferro), vegetable fibers and braided straw H 44 x W 9 x D 8,5 cm

  • O fio de Ariadne

    Exhibitions Archive < Back O fio de Ariadne Terese Segurado Pavão OPENING 11 de abr. de 2022 CLOSING 11 de mai. de 2022 Ariadne oferece a Teseu uma espada e um novelo para que este entre no labirinto, mate o Minotauro e retorne em segurança. Para que tal aconteça, Ariadne mantém-se firme a agarrar a ponta do fio. É ela a estrutura que permite a Teseu fazer a sua jornada sem se perder no emaranhado de caminhos e becos. Ao intitular esta série de Fio de Ariadne , Teresa Pavão convida-nos a pensar sobre os seus múltiplos significados: metáfora da viagem de autoconhecimento? Símbolo da confiança e da complementaridade entre dois seres? Recordando outras estórias da mitologia grega, encontramos distintas mulheres que, através da sua arte e engenho, são também o garante da vida, da paz e da segurança. Relembremos, por exemplo, as três moiras (Cloto, Lachesis e Atropos), Aracne ou Penélope... Fio de Ariadne remete-nos, assim, para a ancestral arte de tecer, tradicionalmente vinculada com o universo feminino e o espaço doméstico, sendo exemplo do valor conceptual e da diversidade técnica da arte têxtil contemporânea. Nesta herança, recuamos tanto às sociedades primitivas onde a mulher que tece é a detentora (e transmissora) dos segredos e das memórias, como ao movimento moderno, nomeadamente à Escola da Bauhaus, quando a tecelagem é renovada através da experimentação de novas técnicas e da adoção de uma linguagem abstrata e geométrica, sem esquecer a importância que teve como expressão da arte feminista em 1960 e 1970. Fio de Ariadne é composta por doze obras com o mesmo formato vertical – o do bastidor retangular em ferro de secção quadrada com 23×32cm – mas diferentes profundidades. A sua dimensão e instalação ao nível do olhar requerem a nossa proximidade física para que as possamos ver de forma atenta, demorada, intimista. Contemplar cada uma das doze composições é descobrir diferentes padrões texturados e planos tácteis de cor, criados pelas formas diversas de entrelaçamento dos fios da trama com os fios da urdidura. É também reconhecer as diferentes espessuras dos fios de cânhamo, ráfia ou seda, os vários nós e enlaçados, as malhas de metal que se mimetizam com as malhas tecidas, ou os objetos e fragmentos de peças que nos são familiares que Teresa Pavão resgata e coleciona para os entretecer com a sua arte, concede-lhes uma nova significação. Dois, três ou cinco planos têxteis sobrepõem-se nos bastidores, em semelhantes intervalos, criando volumetria e profundidade. A conjugação de áreas mais ou menos saturadas em simetrias ou assimetrias gera composições geométricas com notas de luz e sombra, suspensão e movimento, vazio e matéria, som e silêncio, sugerindo uma métrica musical, mais evidente quando observamos a cadência das doze composições. A intencionalidade dada à torsão de cada fio e a minúcia de todo o detalhe fazem com que cada peça deva ser contemplada como um objeto tridimensional. Autora de uma obra onde integra a artesania, a arte e o design, transpondo fronteiras e pré-conceitos, Teresa Pavão aprofunda aqui o diálogo com a pintura, o qual tinha iniciado na série A Estratégia da Aranha (2019), ao reinterpretar as redes e grelhas das obras de Maria Helena Vieira da Silva. Esta série traz também à memória o anterior trabalho Tempo de Espera (2002) em que Teresa Pavão se apropria de um conjunto de cadeiras abandonadas e sem uso, explorando o sentido poético e estético das formas através do gesto de tecer planos têxteis nas suas “ossaturas” em metal ou madeira. Teresa Pavão pensa meticulosamente cada composição de Fio de Ariadne em termos visuais e construtivos. Cria pequenos sacrários que resultam do processo de transmutação e consagração de cada matéria utilizada, exteriorizando a sacralidade que pode existir em todos os aspetos do quotidiano. Bárbara Coutinho Previous Next

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